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Conclusão

O Programa Inovação Tecnológica teve nesta fase inicial o papel de levantar e analisar como ocorre a inovação na construção civil, o que consiste em inovação, como ela se difunde e o que é preciso fazer para que a inovação faça parte da estratégia de desenvolvimento do setor.

Ao contrário de uma imagem muitas vezes conservadora, o levantamento demonstrou que o setor da construção vem implementando inovações de várias naturezas diferentes, que, em alguns casos, representam mudanças apenas incrementais e em outros casos mudanças radicais de produto, processo, organizacionais ou de marketing.

No entanto, existem duas vertentes de caráter macro para a questão da inovação na construção civil:

 

  1. O desenvolvimento e avanço diante do panorama internacional e das necessidades brasileiras e seu contexto sócio-econômico;
  2. A absorção e criação de escala para produtos e sistemas inovadores.

 

Fazer com que as inovações introduzidas se difundam criando escala, queda progressiva de custos unitários é fundamental para que a inovação seja viável no setor.

Os fatores restritivos a serem enfrentados, apontados nesta fase do trabalho requerem trabalho focado nos agentes de produção, levando em conta a realidade da produção, das empresas e de sua operação.

Uma política de inovação precisa ser traçada como estratégia do setor para seu crescimento, desenvolvimento das empresas em direção a uma maior competitividade e condições de investimento em inovação.

Fazer com que grande parte das empresas de toda a cadeia produtiva tenha acesso à inovação e sejam inovadoras é uma questão que envolve a geração de condições para o desempenho satisfatório destas empresas, a integração entre agentes de toda a cadeia em torno da inovação, a integração com os agentes públicos que intervém na atividade de construção e com a pesquisa e desenvolvimento que ocorre nas universidades e institutos de pesquisa.

Referências e fontes consultadas

 

O trabalho utilizou-se de vários tipos de fontes de informações, referencias e dados. São citados a seguir as fontes mais relevantes quanto ao conteúdo apresentado:

 

  1. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Anual da Indústria da Construção – PAIC, 2008.
  2. Revista O Empreiteiro – 500 Grandes da Construção – Ranking da Engenharia Brasileira, Julho 2008 (também analisados os números dos anos 2000 a 2007)
  3. Conferência “Macrotendências na Construção: Uma visão global”. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo/CIB – International Council for Research and Innovation in Building and Construction, 2 de abril de 2008.
  4. Revista Concreto & Construções. IBRACON – Instituto Brasileiro do Concreto, números de 2005 a Outubro de 2008.
  5. Revista Arquitetura & Aço. CBCA – Centro Brasileiro de Construção em Aço. Números diversos.
  6.   Anais de eventos e publicações do CIB – em especial dos Tasks Groups, TG57  Industrialisation in Construction,  TG58  Clients and Construction Innovation, W078  Information Technology for Construction, W098  Intelligent & Responsive Buildings,W116 Smart and Sustainable Built Environments(www.cibworld.nl).
  7.   Anais do II e III Encontro de Tecnologia da Informação e Comunicação na Construção Civil, São Paulo 2005 (EPUSP) e Porto Alegre, 2007 (UFRGS).
  8.   Anais do XI e XII ENTACs – Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído, ANTAC – Associaçao Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído, Florianópolis 2006; Fortaleza, 2008.
  9.   Anais do IV e V Sibragec – Simpósio Brasileiro de Gestao e Economia da Construçao, Porto Alegre, 2005; Campinas, 2007.
  10. Revista Téchne, Editora Pini, Sao Paulo, números dos anos 2000 a dezembro de 2008.
  11. Revista Pesquisa – Ciência e Tecnologia no Brasil. FAPESP – Fundaçao de Amparo à Pesquisa do Estado de Sao Paulo, números de 2006,2007 e 2008.
  12. NÓBREGA, Clemente. Por que somos tao pouco inovadores. Revista Época Negócios, nº 8, Outubro,2007.
  13. AGOPYAN, Vahan. Inovaçao na pesquisa. Entrevista ao Informativo da Fundaçao Carlos Alberto Vanzolini, janeiro/fevereiro 2007.
  14. Manual de Oslo – Diretrizes paracoleta e interpretação de dados sobre inovação. OCDE/ FINEP, 2005. http://www.finep.gov.br/dcom/brasil_inovador/arquivos/manual_de_oslo.
  15. SBRAGIA, Roberto. (coordenador). Inovação: como vencer esse desafio empresarial. Fórum de Líderes, Clio Editora, 2005.
  16. EASTMAN, C. et al. BIM Handbook – A Guide to Building Information Modeling for owners, managers, designers, engineers and contractors. John Willey & Sons Inc, 2008.
  17. BD World Architecture’s Annual Survey of the top global practices. 2008 (http://mag.digitalpc.co.uk).
  18. NGI Consultoria e Desenvolvimento. Relatórios internos de projetos de Consultoria. Anos 2003 a 2008.
  19. Informativos das entidades AsBEA – Associaçao Brasileira dos Escritórios de Arquitetura, ABECE – Associaçao Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural, ABEF – Associaçao Brasileira das Empresas de Fundaçoes.
  20. Websites das entidades e empresas promotoras deste projeto.
  21. Websites de todas as empresas mencionadas neste relatório e nos anexos.
  22. Websites das universidades federais com cursos de mestrado e/ou doutorado em Engenharia e Arquitetura.